sábado, 18 de maio de 2013

Salvou Jorge e sambando!

Sim, todos sabemos que Glória Peres escreveu uma das piores novelas da história da TV brasileira em Salve Jorge. Suas cenas desconexas, excesso de personagens que sumiam durante a trama, falta alguma de emoção em suas cenas, tudo isso foi muito criticado.
Porém, em seu último capítulo, a autora com uma única frase se redimiu de todas as viagens e, com o final de uma das vilãs, não só entregou a melhor cena de toda a novela como esfregou na cara da sociedade uma hipocrisia aparentemente aceita por todos. Ou, como costumamos dizer, sambou na cara dos evangélicos.
Uma das vilãs da novela, Wanda (interpretada pela atriz Totia Meirelles) foi, como se espera, presa no último capítulo em operações mirabolantes (mas isso não vem ao caso). Na cadeia, ao lado da outra vilã, a mega power Lívia Marine (Cláudia Raia), ela aparece pedindo livros à uma carcereira. "Mas você nunca gostou de ler?", replica a outra com uma píada. Ao que ela responde "Eu encontrei Jesus" e mostra uma bíblia.
Esta cena bastou para que gargalhadas ecoassem no corredor do meu prédio (literalmente) e que uma turba de evangélicos se enfurecesse na internet.

É de conhecimento geral que a Rede Globo tem rixa com evangélicos. Suas personagens desta religião frequentemente deixam a bíblia em troca de prazeres mais "carnais", como fez a personagem de Paula Burlamaqui em Avenida Brasil. Ou seja, a religião não passa de um pretexto, uma piada na maior rede televisiva do país. Essa rixa tem outro lado: a maior concorrente da Rede Globo é dirigida por evangélicos: a Rede Record. Então a briga se estende e vai além da audiência.
Pois bem, evangélicos se revoltaram com o final da vilã, alegando que "a tentativa de passar a imagem de que a pessoa pode errar à vontade e quando for pra trás das grades , basta aceitar Jesus é um verdadeiro achincalhe à fé evangélica" (do site Notícias Gospel Mais, por Dan Martins). Porém, Glória Peres sabe do que está falando. Além de todos os exemplos que vemos dia a dia nos telejornais, Guilherme de Pádua, assassino confesso de sua filha Daniela Peres, hoje é um preso convertido evangélico.
Oras, a autora não tirou sarro por acaso. E basta ver os comentários no facebook para saber que muitos telespectadores concordam com ela. A hipocrisia da maioria dos evangélicos é tão grande que aceitar relacionamento gay não pode, mas acreditar que um assassino está perdoado porque "encontrou Jesus" pode.
Engraçado como em seu texto, Martins menciona somente a revolta dos ofendidos pelo final da vilã, dizendo que isso foi um dos assuntos mais comentados nas redes sociais, mas se esquece de dizer que comentários favoráveis ao final da vilã também foram feitos. Ou seja: como sempre distorcem os fatos para seu ponto de vista.
Em uma outra cena do último capítulo, dois personagens aparecem rezando fervorosamente para São Jorge, pedindo proteção e ajuda. Isso não foi tratado como piada. Isso deixa claro o posicionamento da autora e da Rede Globo, já bem claro aliás desde que a novela foi anunciada, com São Jorge quase como um dos personagens.
Parabéns Glória Peres por salvar sua novela em uma frase. Parabéns por mostrar com todas as letras uma piada que há muito tempo temos que engolir!

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Just Jack!

Jack MacFarland está de volta! Bom, não exatamente...

Sean Hayes, o eterno Jack de Will & Grace está de volta em uma série sua. Após uma pequena participação em Smash, a NBC anunciou como uma das novas atrações do canal para este ano Sean Saves the World, onde o ator é um pai solteiro gay de uma adolescente e vive às voltas com seu chefe em uma agência publicitária e sua mãe.
Pena que perderam a oportunidade de dar continuidade a Jack, colocando um filho no lugar da menina. Nem precisava do nome, todos iríamos nos lembrar dele que tinha um filho com uma lésbica no seriado anterior. Poderiam até convidar Will, Grace e Karen para umas participações especiais.... mas enfim.

E... como se o promo da série não fosse bom o bastante.... que música escolheram para ser o tema? SIM, a melhor musica do ano: Safe and Sound!!!!!!!!!
Quero já!

Antes e depois


Young Me, Now Me é um projeto fotográfico que já virou em livro e que faz você se questionar acerca da passagem do tempo. Fotografias de infância, normalmente felizes e descontraídas, são reproduzidas fielmente décadas depois. O que muda? A idade das pessoas. O resto continua igual.
É impressionante como alguns dos rostos, muitos anos depois, são facilmente reconhecíveis por um ou outro traço. Nas fotos, aos pares, nada é deixado para trás: as roupas são costuradas de propósito para reproduzir as antigas, as poses e as expressões faciais são também replicadas, muitas vezes na perfeição.
Young Me, Now Me, projeto de Ze Frank, não é uma ideia inédita, mas consegue colocar um sorriso nos nossos lábios. Veja as fotos:

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Pode encomendar o livro no site da Amazon.
todas as imagens por Ze Frank

Natura apresenta linha SOU. Pra que eu preciso do que eu não preciso?


















Após dez meses de testes nas cidades paulistas de Ribeirão Preto, Franca e São José do Rio Preto, a Natura anunciou nesta quinta-feira, 16, o lançamento para valer de Natura Sou, uma linha que defende o combate ao desperdício, desde a produção até o consumo final.
Principal lançamento da Natura para 2013, Natura Sou recebeu investimento de R$ 100 milhões e terá 27 produtos. Os primeiros começarão a ser comercializados em julho e são dois tipos de sabonetes e três hidratantes. Em um segundo momento, estarão nos catálogos da Natura xampus, condicionadores e creme para pentear.
O diferente da linha é que todos os itens têm um mesmo tipo de embalagem, que consome 70% menos plástico e representa emissão 60% menor de dióxido de carbono. De uma mesma máquina saem as embalagens e o produto envasado. A máquina recebe a embalagem em formato de rolo de filme e o equipamento o sela e corta no formato da embalagem, para na sequência adicionar o conteúdo e inserir a tampa. Para cada 1.000 embalagens de produtos Natura Sou, diz a empresa, seria possível transportar somente 28 das embalagens tradicionais do mercado.
A nova linha será produzida em Cajamar e com outros dois fabricantes que contam com o equipamento desenvolvido pela Natura. Fórmulas com a qualidade dos produtos Natura, mas mais simples também representam economia. Todos os produtos têm, por exemplo, uma mesma assinatura olfativa, desenvolvida pela perfumista da Natura, Veronica Kato, e mais quatro perfumistas internacionais.
Já pelo lado do consumidor, as embalagens são aliadas contra o desperdício: pequenas (200 ml), práticas e flexíveis, permitindo uso “até a última gota”. Variam somente na cor e obviamente nas informações, de acordo com o tipo de produto, e foram desenvolvidas pelas agências Tátil e Nó Design. “A Natura tem um processo de inovação bastante estabelecido há muitos anos. Neste caso houve a identificação de uma oportunidade de mercado, porque a Natura é preferida por 49% dos brasileiros, mas nossa participação no mercado é de 23%”, ressaltou José Vicente Marino, vice-presidente executivo da Natura.


A economia na produção será repassada ao preço final dos produtos ao consumidor: os sabonetes custarão R$ 6,70 e os hidratantes, R$ 10,60. Com eles, a Natura, ainda dentro da venda direta, pretende brigar com qualquer tipo de produto na faixa de preço intermediária, mesmo os do grande varejo.
A comunicação dos novos produtos será assinada pela Peralta. Segundo Janice Alves Rodrigues, gerente de marketing de Sou, as ações terão início na internet, na segunda quinzena de junho, e em julho entra campanha na TV. Ela considera a nova linha um convite às pessoas engajadas. “Certamente, após o lançamento dessa linha a Natura como um todo vai se transformar; a eficiência deve ser um movimento para todas as outras marcas”, disse.
Instigado a dizer se não tinha receio de a consumidora do setor de cosméticos não sentir falta de certo “glamour” nos produtos, Marino respondeu que o próprio conceito de glamour, que pode ser uma embalagem dourada para uma consumidora, para outra pode ser consumir um produto cuja matéria-prima é extraída da Amazônia, mas deixa a floresta de pé, como acontece com a linha Ekos. Já Janice lembra que a ideia não é “vilanizar” o consumo com Sou, mas provocar uma reflexão sobre o que é essencial.
O lançamento também conta com uma plataforma online (www.natura.com.br/sou), com conteúdos, desafios e propostas para inspirar novos modelos de consumo e de se relacionar com o mundo.
Do Blog do JJ

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Calça cor de vinho

Daí que eu, muito seguidor de tendências de moda (SQN), ganhei do We uma calça jeans cor de vinho. Linda, slim fit.
Daí veio a dúvida: com que vestir, como não ficar parecendo só um fashionista? Convenhamos que vinho não é lá uma cor muito fácil de combinar e meu histórico de combinação de "vinho" era somente com uma taça vazia, mas ok, a Dona Internet tá aí pra isso. Então fui atrás de algumas sugestões de looks. Claro, que ao menos uma noção do que ficaria bom eu já tinha, mas comprovei: combinar basicamente com preto, cinza, branco e azul escuro (ou jeans).












Lições para aprendermos com os cachorros


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De acordo com a série de ilustrações Lessons from a Dog do artista Patrick Moberg, a vida seria muito mais fácil se todos nós aprendêssemos algumas coisas com o comportamento dos cães. 
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“Dar e aceitar carinho, por livre, espontânea vontade e sempre.”
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“Quando alguém gentilmente preparar uma comida para você, devore sorrindo, como se aquela fosse a melhor refeição que você já comeu na vida”.
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“Seja sempre curioso sobre o mundo em sua volta, especialmente quando conhecer novas pessoas na sua vida”. followthecolours_PatrickMoberg5
“Tire cochilos”.
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“Perdoe os amigos que não tem tempo para brincar”.
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“Saia sempre da sua rotina”.

Resenha do (espetacular) episódio final de Revenge, segunda temporada



Truth tinha a enorme responsabilidade de fazer jus ao incrível Reckoning, o season finale da temporada passada. E foi sucesso absoluto na tarefa! Mike Kelley simplesmente deixou claro: “Pessoal, eu sei que eu ferrei a série, então por favor, este sou eu consertando tudo e pedindo desculpas a vocês.” E, assim, aparentemente, nos livramos de todos os problemas da segunda temporada numa tacada só – ou melhor, em uma hora e vinte minutos de muito, mas muito samba na cara! Então, vamos ver o que precisamos esquecer para a próxima temporada?
Emily relembrando os acontecimentos da segunda temporada.
Esqueçamos, em primeiro lugar, de Declan, que já era um erro bem antes da segunda temporada, mas conseguiu ficar ainda mais irrelevante e sem espaço na série em seu último ano. Sua participação se limitava a discretíssimas ajudas ao irmão e desentendimentos sem sentido com Charlotte. Estava mais do que claro que Revenge não tinha espaço para Declan e, assim, fez-se o óbvio: o rapaz foi o escolhido do elenco original para morrer neste season finale. Era uma excelente maneira de cortar gordura inútil do roteiro, mas, não apenas isso, foi também uma maneira de jogar Jack com força dentro da trama da Revenge e torná-lo um personagem muito mais interessante e muito mais relevante para a série – mas falemos um pouco mais sobre isso daqui a pouco.
Esqueçamos – e agora é hora de ficar completamente embasbacado – A INICIATIVA!!! Sim, Conrad padmou na cara de Victoria – e na nossa, junto – ao revelar que tal organização nunca existiu!!! Eram só uns empresários sem-vergonha que usavam desastres para direcionar o mercado de ações e lucrar com empresas que antes das tragédias passariam incólumes – como o caso da Stonehaven United. Conrad era o verdadeiro vilão durante todo esse tempo, e é curioso como eu havia escrito exatamente isso durante os últimos episódios da temporada passada, e a segunda temporada passou a impressão de que eu estava enganado.
Bem, não estava. Conrad é mesmo o vilão da série, responsável por tudo o que aconteceu a David Clarke, responsável pelas mortes de Amanda e Declan, responsável até por apriosionar a própria esposa em sua teia de crimes, enganando-a durante todo esse tempo para garantir o sucesso de seus próprios planos. A pobre Vicky, que pela primeira vez não teve direito ao seu majestoso tabefe na cara alheia (desta vez estou falando literalmente, pessoal! rs), não sabia onde se enfiar quando descobriu toda a verdade, com direito a tendências suicidas que a fizeram implorar a Jack que lhe metesse uma bala na testa. A recusa de Jack é interessante porque revela o que Vicky merece: sofrimento, em vida, para pagar pelo que fez no passado. Concordo muito com esse ponto de vista, até porque já vimos sofrimento desde o fim da primeira temporada, e não há melhor caminho – ou caminho mais curto – para a redenção de uma personagem que causou tantas mazelas, por mais justificáveis que elas sejam.

Falando em Vicky, é dela a Aspa do Episódio:
“Nós duas temos mais em comum do que gostaríamos admitir: a determinação para conseguir o que queremos, não importa a que custo.”
É EXATAMENTE isso, Vicky, sua linda! Você anda lendo minhas reviews? Se sim, um beijo, sou seu fã! Depois de a Rainha praticamente dizer, coberta de razão, um baita de um “eu sou você amanhã” para nossa protagonista, não há o que acrescentar diante de tanta sapiência. Crimes cometidos para livrar alguém que cometeu assassinato, casamento por aparências, destruição de vidas alheias. Tudo isso está na conta de ambas as personagens, sempre estará. Victoria pode não ter conhecimento efetivo desse fato, mas ela não é a Rainha dos Hamptons à toa. Ela lê Emily e consegue se enxergar perfeitamente ali.  Aliás, Vicky enxerga bem MESMO! Depois de sabe-se lá quantos anos e de um contato mínimo que nem sabemos se foi pessoalmente, a mulher ainda reconhece Patrick quando recebe uma visita do filho bastardo. Incrível!
Vale pontuar que, felizmente, podemos esquecer também os pontos baixos do episódio, mas que precisavam existir para garantir um fechamento: Regina, a BFF repentina, e a Academia Takeda Para Quem Quer Revenge. A melhor amiga de Charlotte só existiu para estimular uma briga entre os namorados e posteriormente matar Declan, que entrou escondido na Grayson Global para tentar encontrar a amada. Já Takeda foi para o beleléu sem ligação nenhuma com Iniciativa nenhuma (já que essa Iniciativa nem sequer existe!), mas não sem deixar uma explicação através de Aiden: sua noiva também morreu no acidente, oh, que incrível, só que não. Agora, Takeda já era e Emily está novamente por conta própria, contra um Conrad que também não tem nenhum tipo de organização por trás dele. É Emily versus Graysons novamente, é a primeira temporada, aquela que conquistou nossos corações, voltando com tudo para a nossa alegria! Comemoremos!
Talvez – e apenas talvez – possamos até mesmo esquecer o chato do Aiden. Torço com todas as minhas forças para que Daniel tenha assassinado o rapaz, embora ache pouco provável – eu nunca acredito numa morte se não vir o cadáver na minha frente, de preferência com direito ao legista abrindo o corpo. Ter essa morte pesando sobre nosso banana favorito pode ser interessante para o desenvolvimento do personagem, até mesmo para aproximá-lo dos Graysons . Porque, convenhamos, Daniel cruzou uma linha e não pode mais voltar atrás, e, apesar de nutrir ódio pela mãe, confia bastante no pai – e o pai, já sabemos, é o verdadeiro vilão da série. Daniel é um Grayson, e vai continuar sendo, ou assim espero.
Mas isso não é tudo, porque, quando menos esperávamos…
PÁ(dma) VIRTUAL nas nossas caras!!!
Pois é, lembram-se do vídeo que Pad Má Nipulada gravou antes de ser morta pela pseudo-Iniciativa? Eu também não lembrava, mas ei-lo! Eu SABIA que essa vadia ia nos assombrar até depois de morta, e lá está ela, incriminando Nolan, acusando o rapaz de ser a Iniciativa e de ter explodido a bomba que Conrad implantou em sua própria empresa. E, assim, num passe de mágica, Nolan é o novo David Clarke.
Honestamente, não me canso de ficar indignado com o pouco caso de Emily em relação ao seu amigo, que está sempre – SEMPRE!!! – preocupado com ela e ao lado dela. Na review passada, comentei que Nolan estava em risco de sofrer as consequências de ter ajudado Aiden a levar os Graysons à falência – tudo foi executado pelo computador do bilionário, afinal. Era muito claro que havia a chance de que ele sofresse uma retaliação, e Emily nem se preocupou com isso, ela estava muito mais preocupada com seu querido Aiden, que havia acabado de aparecer, ou com Jack, que passou os últimos episódios maltratando a moça. Mais uma vez, Nolan foi abandonado à própria sorte. Esperemos que isso mude na próxima temporada, que Emily pare de olhar apenas para o próprio umbigo e perceba que tem um nerd bilionário para inocentar e que isso deve ser a prioridade máxima! Por enquanto, não é isso que acontece, já que – vamos à segunda melhor aspa do episódio:
“I’m Amanda Clarke!”
Genial, não? Foi extremamente forçado ver a edição dando a entender que Jack, só agora, teve súbitas memórias da infância ao olhar para Emily. Mas podemos dar um desconto e curtir o fato de que nossa heroína ganhou mais um aliado em sua Revenge. E um baita aliado, diga-se de passagem! Jack perdeu o irmão e a esposa, mas agora tem cúmplices de um plano de vingança para chamar de seus. Acho que haverá um pequeno choque momentâneo em relação à identidade de Emily, mas logo Jack se recuperará e passará a lutar ao lado dela. Conrad Grayson acabou com toda a sua família, e ele precisa mesmo pagar!
Foi estranho toda a história da falência dos Graysons não ter tido consequência alguma – além de impedir Daniel de ir embora para Paris – mas o fato é que ela se consolidou, e espero muito desse novo cenário para a terceira temporada. Sim, brigamos, xingamos e reclamamos muito da segunda temporada de Revenge, e estávamos cobertos de razão. Mas, em uma jogada inteligentíssima, o incrível Truth faz jus à posição de season finale e deixa claro que fomos ouvidos, consertando absolutamente todos os erros da série em uma tacada só! Com ou sem Mike Kelley, é bom que esperemos muito do que ainda está por vir! Porque ser Revenger é isso: sofrer, mas ter todo o sofrimento compensado por momentos de pura alegria e cheios de sambadas! Chega logo, setembro!!!!
Adendo: apesar de ter soltado fogos de artifício com a morte do Declan, preciso dizer que fiquei com pena da falta de pompa de sua morte. Mal tivemos luto pelo rapaz, não vimos velório, não vimos nada, coitado! Por isso, assim como na review do season finale anterior fiz uma homenagem a Victoria Grayson pela possível morte, creio, que, apesar dos pesares, Declan merece uma igual! Segue:
DECLAN PORTER (in memoriam) – os melhores momentos do jovem em Revenge
Gente, morri!”